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Porquê o agricultor e pecuarista paga muito, neste período de estiagem, pela ração dos animais

O sofrimento do sertanejo em período de seca (estiagem) é de uma política de desigualdade gritante.

Período de estiagem. É um dos períodos mais cruciais para o pequeno e médio pecuarista dos que vivem e sobrevivem do semiárido nordestino, região onde a seca assola e castiga a vida em especial do animal bruto (gado e as criações de caprinos e ovinos).


Todos os anos é a mesma coisa, espera-se a chuva que às vezes chega no final de novembro ou dezembro, levanta-se a mais conhecida "babuja", pequena forração que servirá de alimento para estes animais e começa a alegrar o criador, que diminui os gastos com a compra do volumoso e alimento nutricional que manteve os animais no período de estiagem.


O interessante é que quando começa-se a "não se gastar muito" com a compra de silagem, milho e resídio, o valor destes produtos caem consideravelmente. Pergunta-se o porquê não se armazena neste período já que o preço cai? Pelo simples fato de se estar pagando o que se pegou "fiado" neste período. A venda do leite comum nesta região no período inverso cai absurdamente, onde deveria ser ao contrário.


As chuvas vem e ficam na região semiárida até junho e julho e o período invernoso, nos últimos anos, estão sendo muito esparsas, ou seja, chove muito em uma determinada região e pouco em outras e vice-versa. Sendo assim o produtor e criador do semiárido nordestino, sofre e muito com esta política de desigualdades.


Ricardo Adriano - SA|Caraúbas-RN

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