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  • Ricardo Adriano do Nascimento

Operação Ragnarok: Styvenson sugere que houve corrupção

Operação investiga quadrilha que fraudou a venda de R$ 48,7 milhões em respiradores hospitalares para o combate à Covid-19 em estados nordestinos
Polícia suspeita, ainda, que os respiradores não eram autorizados pela Anvisa
Polícia suspeita, ainda, que os respiradores não eram autorizados pela Anvisa

Dois ofícios assinados pelos senadores Styvenson Valentim (Podemos/RN), Eduardo Girão (Podemos/CE) e Rodrigo Cunha (PSDB/AL) pedem explicações ao presidente do Consórcio Nordeste, Rui Costa, e acompanhamento por parte do Ministério da Justiça sobre a Operação Ragnarok da Polícia Federal.

“Hospitais saturados, falta de leitos, falta de respiradores, pessoas estão morrendo e em um momento de pandemia como este, empresas contratadas para fornecer equipamentos estão participando de fraudes. Mais uma vez a corrupção ceifando a vida das pessoas”, alerta o senador potiguar.

O alvo era a quadrilha que fraudou a venda de R$ 48,7 milhões em respiradores hospitalares para o combate à Covid-19 em estados nordestinos, entre eles o Rio Grande do Norte.

O grupo foi descoberto graças à denúncia do Consórcio Nordeste, que tentou adquirir 300 respiradores da empresa Hempcare para o combate ao Coronavírus. O estabelecimento se apresentava como revendedor dos produtos. De acordo com as investigações, a empresa tentou negociar de forma fraudulenta com vários estados brasileiros.

Além de nunca terem sido entregues, a polícia suspeita, ainda, que os respiradores não eram autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – ou seja, eram irregulares. Os 300 ventiladores foram comprados pelos nove estados da