Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • YouTube
  • Pinterest
  • Tumblr Social Icon
  • Instagram
  • RAN

Ministério suspende venda de 33 marcas de azeite de oliva fraudado


Azeite fraudados são suspensos no mercado brasileiro

Trinta e três marcas de azeites de oliva tiveram a comercialização suspensa pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por terem sido adulteradas. Segundo o órgão, foram identificados 59 lotes com irregularidades. A maior parte das fraudes foram feitas com a mistura com óleo de soja e óleos de origem desconhecida.


As marcas que praticaram fraudes foram:

  • Aldeia da Serra; Barcelona,

  • Casa Medeiros, Casalberto,

  • Conde de Torres,

  • Dom Gamiero,

  • Donana (premium),

  • Flor de Espanha,

  • Galo de Barcelos,

  • Imperador,

  • La Valenciana,

  • Lisboa,

  • Malaguenza,

  • Olivaz,

  • Oliveiras do Conde,

  • Olivenza,

  • One,

  • Paschoeto,

  • Porto Real,

  • Porto Valencia,

  • Pramesa,

  • Quinta da Boa Vista,

  • Rioliva,

  • San Domingos,

  • Serra das Oliveiras,

  • Serra de Montejunto,

  • Temperatta,

  • Torezani (premuim),

  • Tradição,

  • Tradição Brasileira,

  • Três Pastores,

  • Vale do Madero e,

  • Vale Fértil.

As fiscalizações que detectaram as 33 marcas irregulares são resultantes da Operação Isis, iniciada em 2016. No entanto essas marcas referem-se a coletas realizadas em 2017 e 2018. De acordo com o Ministério, o processo é lento pois envolve exames laboratoriais, notificação dos fraudadores, perícias, períodos para apresentação de defesa (podem apresentar dois recursos) e julgamentos desses recursos em duas instâncias administrativas.

Segundo o Coordenador de Fiscalização de Produtos Vegetais do Mapa, Cid Rozo, praticamente não existe mais estoque no mercado desses lotes que foram reprovados, pois os remanescentes foram destruídos após o julgamento dos processos administrativos. No entanto, é possível que os consumidores encontrem ainda outros lotes das mesmas marcas. Embora os supermercados tenham sido alertados quanto às marcas que sistematicamente produzem azeite fraudado, muitos comerciantes ainda insistem em vender esse tipo de produto em razão do baixo preço.


Segundo Rozo, a tendência é de diminuição dessas fraudes. “Passaremos a responsabilizar os estabelecimentos que comercializam os produtos fraudados”, diz. O coordenador alerta também que os comerciantes devem verificar a procedência do azeite antes de formarem os estoques que serão colocados à venda, verificando se não estão comprando lotes de marcas que cometeram as fraudes apuradas pelo Ministério. “Se os supermercados adquirirem e ofertarem os produtos com irregularidades, serão penalizados”, alerta.


Canal Rural

6 visualizações

Receba nossas atualizações

  • Ícone do Facebook Branco
  • Ícone do Twitter Branco

© 2023 por AsHoras. Orgulhosamente criado com Wix.com