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Líder do Centrão é acusado pela ex-mulher de acumular fortuna com propina

No terceiro mandato consecutivo na Câmara, Arthur Lira (Progressistas) é cotado para substituir Rodrigo Maia (DEM-RJ) no comando da Casa

O deputado Arthur Lira era soldado do chamado Centrão de Eduardo Cunha, aquele grupo suprapartidário especializado em negociar apoio ao governo em troca de cargos e emendas. No terceiro mandato consecutivo na Câmara, ocupa o cargo de líder do Progressistas e já figura entre os pré-­candidatos à sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) no comando da Casa.


A eleição será em fevereiro de 2021. Até lá, Lira, além de garimpar votos dos colegas, terá de superar obstáculos na Justiça. O deputado é réu em dois processos no Supremo Tribunal Federal (STF) — um por corrupção passiva, acusado de embolsar 106 000 reais em propina, e o outro por participação no chamado “quadrilhão do PP”, partido que tem o maior número de políticos investigados na Lava-Jato e foi rebatizado de Progressistas.


Não bastassem essas pendências, Lira enfrenta denúncias em série de sua ex-mulher, que o acusa de ter um patrimônio oculto de pelo menos 40 milhões de reais, amealhado graças a desvio de recursos públicos.


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