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  • Ricardo Adriano do Nascimento

FEMINICÍDIO - "Homem que bate em mulher não enfrenta outro homem de igual pra igual"


De antemão, queremos deixar claro de que não estamos aqui avolumando o problema e nem tão pouco fazer com que "covardes" venham a provar e/ou estimular que enfrenta, ou não, outros homens, através da violência física.


Vem se tornando habitual, o fato de alguns homens utilizarem de sua força física e bruta, para amedrontar e aplicar o assédio moral contra mulheres que não suportam mais o caráter de domínio sobre suas vidas.


Alguns destes "sujeitos" se acham no direito de baterem em suas companheiras ou aplicar o assédio moral, como se as mesmas fossem propriedades suas e que elas não possam estar sujeitas a decisões próprias ou no mínimo de comum acordo do casal.


Com a aplicação desta força física ou verbal, a mulher acuada e com medo, sujeita-se a atender aos devaneios toscos e rudes de um marmanjo que se acha no direito de agredir, gritar, impor regras e despejar todo tipo de ameaça contra suas escravas-companheiras.


Para tanto, se faz necessário de que as mulheres, que estão sofrendo com estas ações inaceitáveis, possam se empoderar de coragem e denunciar estes homens, a força policial. Pode ser usada inclusive o 180 que a vítima será atendida.


A mesma pode inclusive solicitar uma Medida Protetiva, que vem proibir do agressor a vir chegar perto da vítima, tantos metros de distância, ou estar em um ambiente fechado que a mesma esteja.


Estupro Marital


Outra ação que mulheres desconhecem acontecer é o que chamamos de "estupro marital", é quando a companheira, esposa e/ou namorada, venha a ser ou se sentir obrigada a praticar relação sexual com o homem sem o seu consentimento, seja ele expresso ou inibido, fato que também, possa a ser denunciado.


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