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Caso Apodi: Kliston insinua que Ana Clara suicidou-se e ainda tentou matar a filha dele

Após professores, amigos e familiares contestarem o suicídio de Ana Clara, Kliston Sanderson foi mais agressivo: afirma que Ana Clara sofria de transtornos de personalidade devido a abusos e por ter que trocar o corpo por dinheiro. Novas declarações de Kliston deixaram familiares e amigos ainda mais revoltados

O soldado Kliston Sanderson Albuquerque, que estava com a universitária Ana Clara Ferreira da Silva, de 23 anos, quando ela morreu de uma overdose de cocaína (constatação do ITEP/Mossoró) no apartamento de hotel no dia 17 de novembro de 2019, em Apodi, enviou 2 áudios aos amigos insinuando que a jovem tirou a própria vida e tentou matar a filha dele. 


Depois que familiares e amigos declararam suspeitar que Ana Clara foi dopada e morreu de overdose, Kliston Sanderson foi mais agressivo: “Ela se envergonhava de algumas coisas que vivenciou, alguns transtornos que passou na vida, como abusos, a necessidade de vir a trocar o corpo por dinheiro, coisa esta que a família não sabia, que eu não queria que fosse divulgado, por conta disto”, afirmou (Áudio logo abaixo). 


Os amigos do Ceará, entre eles professores e colegas de turmas tanto de Beberibe, assim como pessoas que conviviam dia a dia na faculdade de enfermagem da UERN, em Mossoró, refutam com veemência as declarações do soldado Kliston Sanderson Albuquerque.


Afirmam que Ana Clara era calma, muito amável, gostava muito de ler, só tirava notas boas, sonhava em se formar em medicina, e que tinha pavor de bebida, cigarro e drogas. 


Professores confirmam que Ana Clara tinha pavor de álcool, cigarro e drogas




Os amigos e amigas de Ana Clara, assim como professores da UERN e da Escola Técnica de Beberibe reforçaram (são mais de 10 vídeos acima) a versão contada pela mãe de Ana Clara, Ana Claudia, de que a filha havia sido dopada com cocaína, não resistiu a dose e morreu.


Familiares e amigos suspeitam que Ana Clara foi dopada 


A reação do soldado Kliston Sanderson Albuquerque, que é policial em Aracati e estudante de medicina em Mossoró, foi ainda mais agressiva a imagem e a honra da menina Ana Clara: dizendo que, quem é amigo dele, sabe que ele não é capaz de um fato lamentável deste (dopar Ana Clara). “Eu Amigos, pr Amigos, professores e colegas faculdade conrmam que Ana Clar es e colegas faculdade confirmam que Ana Clara tem pa a tem pavor de bebidas de dr or de bebidas de drogas entendo a dor da família, mas infelizmente não posso me calar diante de uma situação desta. Que não cometi e nunca faria”, diz. 


“É mais fácil para eles aceitarem ou me culparem do que aceitar que a filha deles tinha alguns problemas, e que poderia ser ocasionado devido alguma falta de sentimentos familiares ou algumas outras coisas da vida dela em que a família desconhecia e que eu conhecia, porque éramos muitos amigos. Eu conhecia algumas coisas que ela fazia, algumas coisas que ela vivia, que de fato a mãe e a família não conhecia. Que só eu e algumas amigas muito próximas conheciam e sabiam. E que sua irmã Fernanda, também sabia, pois compartilhava segredos com ela”, narra Kliston Sanderson Albuquerque. 




Continua: “É um fato lamentável. Eu tentei de todas as formas, inclusive encobrindo algumas situações aonde ela veio dá água a minha filha também, que se encontrava na mesma situação que ela. Então é assim; eu fico muito....eu não vou dizer desapontado...Eu fico muito triste com uma situação desta porque eu hoje ainda estou com as minhas mãos aqui doloridas do quanto que ela me mordeu quando estava dando espasmos e eu colocando a minha mão porque não tinha nenhum objeto e eu pensando se eu colocasse um objeto duro ia quebrar a dentição dela, pensando nela e tirando a língua dela, em meio a aquela situação, que queria enrolar, induzindo vômitos, na intenção de salvar a vida dela, e fiquei lesionado bastante, na verdade, não foi pouco”, diz. 


Mais a diante neste áudio, Kliston Sanderson disse que ficou sem entender como tudo aconteceu, mas que sabia de algumas dores dela. Afirma que tentou de todas as formas socorrê-la. “Levei ela para o hospital. Fizemos oito ciclos de adrenalina, coisas que a gente faz 4 ou 5”, diz.


Kliston diz que trouxe o corpo dela para Mossoró, sim, porque precisava trazer. “Fui na delegacia, fez o BO, Boletim de Ocorrência, e levou o corpo no ITEP para que eles fizessem o laudo cadavérico, para que não houvesse dúvidas. Porque se eu fosse um criminoso como estão dizendo aí, não tinha feito nada disto. Sabendo da culpa, teria fugido e pronto”, conta. 


O policial diz que vai adotar medidas cabíveis, pois tem a consciência tranquila. Afirma que tem toda a família dele de prova e os dois filhos estavam na hora. “Infelizmente não tiro a razão deles, porque é mais fácil culpar alguém de outra família ou ver ou enxergar que nós erramos com a criação, que nós erramos com a algumas punições, que erramos com algumas coisas com nossos filhos”, diz Kliston Sanderson. 


No outro áudio, enviado aos amigos, Kliston Sanderson disse que Ana Clara tinha transtorno de personalidade. Que usava medicações sem que a família soubesse, mas que ele e as pessoas mais próximas sabiam. “Não sei se um transtorno depressivo, mas ela tinha um transtorno de personalidade em que dias ela estava de uma forma dias estava de outra, que a gente não conseguia saber o que se passava na cabeça dela. E ela se envergonhava de algumas coisas que vivenciou, alguns transtornos que passou na vida, como abusos, a necessidade de vir a trocar o corpo por dinheiro, coisa esta que a família não sabia, que eu não queria que fosse divulgado, por conta disto”, diz Kliston Sanderson em áudio enviado aos amigos. 

O policial diz que fez tudo que poderia ser feito diante da situação e encerra dizendo que perdeu a namorada e quase perdeu a filha. 


Em contato com o MOSSORÓ HOJE, as colegas de faculdade, professores e amigas próximas voltaram refutar com veemência as declarações do policial Kliston Sanderson. Reafirmando que Ana Kliston insinua que Ana Clara sofreu abusos e se prostituía Clara era amada e amava a família, que não apresentava qualquer transtorno ou variação de comportamento. Todos afirmaram que ela adorava ler. A amiga confidencial de Ana Clara afirmou que ela havia terminado o romance com Kliston e que, para ela, era novidade Ana Clara ter ido com Kliston para Apodi. “Ele constrangia ela”, declara a melhor amiga, que não citaremos o nome para preservá-la. 


Investigação 


O caso está sendo investigado pelo delegado Getúlio Medeiros, da Comarca de Apodi. Ele teve acesso a laudo do ITEP e está tomando o depoimento das partes envolvidas, devendo concluir a investigação nos próximos dias. A família de Ana Clara afirmou que contratou um advogado e que vai pedir que o Ministério Público Estadual acompanhe a investigação de perto. Eles estão assustados com as declarações do policial Kliston Sanderson Albuquerque sobre Ana Clara.

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