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Brasil tem 29 profissionais de enfermagem mortos e 3.661 afastados com covid-19

Conselho Federal já registrou 3.658 denúncias de falta de equipamentos de proteção individual para atuação dos profissionais de enfermagem
Profissionais de enfermagem são vítimas dos descaso dos governos e atuam na pandemia sem os EPI adequados

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) registrou, até ontem (15), 29 profissionais de enfermagem mortos e 3.661 afastados de suas funções em casos suspeitos ou confirmados de Covid-19. Destes, 83% são mulheres e 38% estão na faixa dos 31 aos 40 anos. Do total, 454 casos de afastamento e 16 mortes têm confirmação da infecção. “É uma situação grave, que exige medidas imediatas para evitar o adoecimento em massa de profissionais, que pode ser catastrófico não apenas para os diretamente afetados, mas para o próprio sistema de saúde”, afirmou o presidente do Cofen, Manoel Neri.


O maior número de casos foi registrado no estado de São Paulo, epicentro da pandemia de coronavírus, onde 1.125 profissionais de enfermagem estão afastados de suas funções, tanto na rede pública, como privada.


Em seguida, aparecem Rio de Janeiro (894 casos), Santa Catarina (311), Minas Gerais (212), Rio Grande do Sul (206), Ceará (188) e Bahia, com 102. Os demais estados estão abaixo dos 100 casos. A maioria das mortes foi de auxiliares e técnicos de enfermagem, ocorridas principalmente em São Paulo (13).


Rede Brasil Atual

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